Rota dos Cânions na Serra Catarinense

Olá, estou de volta com mais um post de viagem para inspirar vocês.

Nosso país esta repleto de belezas naturais né, e o melhor, tem para todos os gostos, tem cerrado, caatinga, pantanal, pampa, mata, tem praia, tem cachoeira, tem montanha, tem dunas, lugares lindos que mostram o quanto somos pequenos e o quanto a natureza pode ser majestosa.

Aproveitamos o feriado de 7 de setembro para cair na estrada e visitar os Cânions da Serra Catarinense. Para quem não sabe a rota dos Cânions contempla os estados de SC e RS, começa em Bom Jardim da Serra/ SC e termina Cambará do Sul/RS. Fiz um roteiro a fim de conhecer os cânions, a Serra do Rio do Rastro e a cidade de Urubici. Para nossa alegria a previsão do tempo indicava tempo firme e sem neblina, perfeito para contemplar a serra.

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Nossa primeira parada foi em Urubici, nosso objetivo era visitar o Morro da Igreja que fica no Parque Nacional São Joaquim, um lugar lindo que tem visitação gratuita e é de fácil acesso.

O Morro da Igreja fica em área restrita,  para visitar é preciso de uma autorização prévia  que deve ser retirada na sede do ICMBio na cidade de Urubici, o endereço é Av. Pedro Bernardo Warmling, 1542 CEP: 88.650-000, é bem fácil achar, a visita não tem custo, você só vai preencher seus dados de contato, o horário de subida é das 8 as 17hs. Chegamos na cede por volta das 10hs, tinha uma pequena fila para pegar a autorização, mas não demorou mais que 15min, depois seguimos para o morro. O acesso é por ordem de chegada e tem um limite diário de 200 carros, portanto em dias de movimento as autorizações podem acabar  cedo, a subida do morro também é feita por ordem de chegada, e uma vez estando no topo pode permanecer lá por 15min. Quando chegamos tinham uns 20 carros da nossa frente, mas esperamos em torno de 15min também até chegar nossa vez. Fique atento, sem a autorização nem adiante subir o morro pois não vão deixar passar. Na base do Morro ainda é possível visitar a Cascata Véu de Noiva, dentro de uma propriedade particular com restaurante.

 

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Há, o acesso ao morro esta fechado para obras de melhorias na rodovia, as obras devem durar até o próximo ano, mas eles estão abrindo em feriados, por isso conseguimos fazer a visita, mas recomendo acessar o site ou ligar antes para se certificar de que mesmo sendo um feriado estará aberto. Segue os links para contato Urubici, ICMBio e o telefone  (49)  3278-4994.

Depois de visitar o morro da igreja paramos para comprar um lanche e seguimos para Bom jardim da Serra, onde ficam os Cânions e onde nos hospedamos. Se seu passeio tem o intuito de conhecer os Cânions é melhor se hospedar em Bom Jardim, é mais perto e mais prático. O caminho é um charme só, embora seja bem sinuoso, o asfalto é bom e as paisagens são lindas. Chegamos em Bom Jardim logo após o meio dia e seguimos direto para a Fazenda Rincão de Palha onde nos hospedamos. A localização da fazenda não poderia ser melhor, o Cânion das Laranjeiras fica dentro da propriedade da fazenda, e os donos fazem o passeio.

Chegamos no inicio da tarde quando o almoço estava sendo servido, o almoço era um belo churrasco, uma pena que já tínhamos comido no caminho. Logo após nos instalarmos na fazenda seguimos para o passeio, fomos com carro 4×4 com o filho do proprietário, o Benito, que além de nos mostrar o lugar de uma maneira especial nos deu uma aula sobre a biodiversidade da serra.

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O carro nos leva até próximo do cânion, passando por um terreno bem irregular, depois seguimos a pé até ele, contornamos toda sua borda. Terminamos o primeiro dia encantados, o Cânions das Laranjeiras é muito lindo, tem 3 cachoeiras que quebram o silêncio e deixam o lugar ainda mais belo. As fotos não mostram a verdadeira beleza do lugar que é sensacional. Ficamos nele até o pôr do sol e ainda fomos contemplados com a visita de uma raposa vermelha, lindaa.

No dia seguinte acordamos cedo tomamos o café da manhã na fazenda e saímos para conhecer o Cânion da Ronda. O Cânion da Ronda fica no sopé da serra do Rio do Rastro, também fica dentro de uma propriedade particular e o valor para conhecer é de R$10,00 por pessoa, a vantagem dele é que não precisa de guia, e pode ir de carro. A entrada fica a esquerda de quem sobe a serra, antes do mirante, tem um portal que identifica, é a mesma entrada para quem quer conhecer o parque eólico. O carro vai até um lugar bem perto do cânion, é acessível para quase todos, pessoas com mobilidade reduzida podem ter problemas para acessar. Do estacionamento uma escadaria e depois caminhada leve de menos de 5 min levam a borda do Cânion.

Ele é diferente do Cânion das laranjeiras, a formação é completamente diferente, mas igualmente encantador. No mesmo local esta o parque eólico, é possível ir bem perto das torres de energia. O lugar é incrível, sentar em silêncio e contemplar a beleza renova as energias.

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Depois de conhecer o Cânion fomos até o mirante  para ver a Serra do Rio do Rastro. Como era um sábado de feriado o mirante estava bem cheio. No mirante é possível fazer um passeio de helicóptero e ver as belezas de cima.

A tarde reservamos para conhecer o Cânion do Funil que fica na propriedade do Sr. Miguel, quem quer conhecer pode combinar direto com ele ou com a empresa Tribo da Serra que faz os passeios, o contato do Sr. Miguel é (49) 99127-1014, o valor varia, mas a média é de R$130,00 por pessoa. Confesso que depois do almoço bateu aquela preguiça e desistimos do passeio, rodamos por Bom Jardim e voltamos para a fazenda, la fizemos um passeio a cavalo e descansamos.

Nos programamos para voltar descendo a Serra, mas como na ida pegamos muuuuuito transito na BR 101, desistimos de voltar por ela e voltamos por um caminho alternativo. Como visitamos a Serra no sábado de manhã não sentimos necessidade de descer ela.

Algumas considerações sobre os lugares.

A serra é linda, as paisagens mudam o tempo todo, é fazer uma curva e se deparar com uma cachoeira, Bom Jardim é conhecida como a cidade das águas, as cachoeiras lá são abundantes, é muito lindo.

Bom Jardim não é uma cidade com uma grande estrutura, as coisas lá são simples, pousadas simples, restaurantes simples, porém os preços não são nada simples, são preços de turismo em cidades com mais estrutura.

A estrada que leva até a fazenda é toda de terra e alguns trechos são extremamente esburacados, carros baixos podem ter grandes dificuldades em passar.

Quanto a hospedagem na fazenda, embora os donos sejam extremante cordiais e tratam todos como membros da família ficamos um pouco decepcionados. As acomodações são perfeitas, não tenho do que reclamar, porém o café da manhã por exemplo não era grandioso, tinha pão, presunto, queijo, duas frutas, café, leite e suco, eu esperava um café da manhã tipico de fazenda, com bolos, salames, queijos coloniais, enfim, ficamos decepcionados. Nos decepcionamos também com a organização, pedimos um passeio de cavalo as 15:30hs, ficamos esperando e eram 17:45 quase anoitecendo quando os cavalos ficaram prontos, o passeio era para ser de uma hora porém não durou isso e já anoiteceu, o capataz da fazenda também ficou assustando os cavalos para que eles apressassem, eles ficavam nervosos e trotavam, para quem esta acostumado acho que tudo bem, mas era meu primeiro passeio de cavalo na vida não foi uma experiência nada agradável, no final da estadia veio a conta com o passeio cobrado por uma hora. Então qual minha opinião? Os donos são pessoas incríveis, mas o valor cobrado pela estadia não entrega vantagens, como não tem atividades na fazenda eu achei que o valor cobrado é injusto. Todas as atividades e alimentação são cobradas a parte.

Sobre os valores, o passeio de carro 4×4 custa R$100,00 por pessoa, o valor serve tanto para hospedes como para pessoas que façam somente o passeio. Abaixo a relação completa dos valores .

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Sobre os Cânions são lindos e valem o passeio, nos mostram o quanto somos pequenos e insignificantes, fazem refletir sobre a vida que levamos.

Mais algumas fotos da fazenda e das redondezas.

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Espero que tenham gostado, já já tem mais viagens pra inspirar vocês.

Beijos e até o próximo ♥

 

 

 

Como é dormir na Savana Africana?

Sempre me perguntei como seria a experiência de dormir no meio da savana africana, não sei se você sabe, mas nasci e cresci no interior, para mim sempre foi muito natural dormir com o barulho dos animais, mas perdi isso quando decidi me mudar, mesmo assim quando visito meus pais ainda contemplo a paz que o interior traz. Fiquei me perguntando se seria a mesma sensação, o mesmo silêncio, a mesma quietude quebrada as vezes pelo barulho dos animais…

Quando chegamos na Africa eu sabia que seria incrível, mas não imaginei que seria tanto. Uma coisa é dormir ouvindo pássaros, sapos e esses animais pequenos que tem no interior, outra bem diferente é dormir ouvindo hienas, leões, Gnus, zebras e até elefantes. Você acorda de madrugada com esses sons que não esta acostumado a ouvir e a impressão é que estão do lado do seu quarto, algumas vezes podem até estar, mas também podem estar a quilômetros de distância e mesmo assim são ouvidos.

Nossa experiência começou já no Ukutula, um lugar mágico, um refugio escondido, (já falei sobre ele no outro post clique aqui), mas sem dúvidas preciso incluí-lo nesse post porque a experiência vivida lá foi a mais especial. Por se tratar de um centro de preservação e conservação a concentração de leões que tem no local é  maior que na savana (pelo menos perto dos lodges né), por isso, ali a experiência de dormir ouvindo os leões foi fantástica. Todos os dias no anoitecer e no amanhecer começa o espetáculo de urradas, onde leões competem entre si para ver quem urra mais alto e tem a dominância do território, quer dizer, essa é a minha teoria  hehehe, na verdade o que acontece é que hienas vivem no local e os leões não gostam delas, por isso urram para mostrar que o território é deles. Seja qual for o motivo o espetáculo é bonito de se ouvir, as vezes da até medo, hehehehe (no feed do meu instagran tem uns vídeos onde é possível ouvir, me siga @deiabonetti).

Depois chegando na reserva de Madikwe onde fizemos o safári, (fiz um post sobre o lugar, é só clicar aqui) , percebemos que seria mais difícil de ouvir leões, eles não ficam rondando os lodges, mas descobrimos que ouviríamos muito mais. A noite o silêncio é quebrado com os sons dos animais, herbívoros na grande maioria, que passam na fonte para beber água antes de continuar seu caminho.

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Fonte em frente ao quarto onde os animais param para beber água

O lodge que escolhemos para nossa estadia foi o Motswiri, um dos vários que estão localizados na reserva, mas estão tão distantes um dos outros que a sensação lá é de isolamento, o lodge é de uma qualidade imensa, atendimento impecável, cordialidade, boa alimentação, uma cama maravilhosa, quarto lindo, espaço seguro e uma vista belíssima.

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O Motswiri tem somente 5 quartos, que são cabanas, ou seja, tem 5 cabanas. As cabanas são gigantes, tem varanda com vista para a savana, lareira, banheira e o mais inusitado, os chuveiros são ao ar livre, isso mesmo, você toma banho (sim a água é quente) vendo e vivendo a savana. No primeiro dia tinha um elefante a poucos metros, você já tomou banho com um elefante te olhando? hehehe, a experiência vale a pena. Nos quartos não tem televisão nem sinal de internet, ou seja, o tempo que passa neles é para relaxar e curtir a vida selvagem.

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Já da para perceber que o atendimento é bem personalizado né, e o mais legal é que nunca vai estar lotado. O atendimento é muito bom, saíamos de manhã para o game quando voltávamos o quarto estava resfriado, a noite voltávamos e o quarto estava aquecido, um luxo a parte, sem falar que sempre nos esperavam na recepção com toalhas úmidas para limpar as mãos e o rosto e a mesa posta para as refeições.

A área de lazer do hotel é incrivelmente linda e aconchegante, cheia de detalhes.Os puxadores por exemplo são chifres de Kudo, as luminárias são ovos de avestruz, o porta guardanapo espinho de porco espinho, e assim por diante. Cada detalhe muito bem pensado, feito com todo cuidado e carinho para trazer a vida selvagem para junto dos hóspedes.

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Claro, existem opções de hotéis que são mais rústicos, no estilo tenda, mas eu sou nutella né, não me aventuro tanto assim, hehehe.

Enfim, volto cheia de saudade e morrendo de vontade de viver tudo outra vez, sinto falta dos sons, do silêncio, dos cheiros e sabores da Africa do Sul, espero ter a oportunidade de voltar mais vezes.

Espero que tenham gostado.

Beijos e até o próximo ♥

 

Safari na África do Sul

Oi

Finalmente estou escrevendo sobre essa experiência maravilhosa. Sem dúvidas foi a mais aguardada e mais marcante já vivida e é um prazer compartilhar com vocês cada momento do que vivemos na Africa do Sul.

A viagem começou maravilhosa, a interação com os felinos foi um momento muito marcante, mas estávamos muito ansiosos para fazer o safári e ter uma experiência na savana africana. O local escolhido para fazer safári foi a reserva privada de Madikwe, a reserva faz fronteira com Botsuana e está localizada na Província Noroeste, na África do Sul, a cerca de 3,5 horas de carro de Johannesburg, em Gauteng. Está também a cerca de 40 km de Gabarone, a capital do Botsuana, oferecendo assim uma opção de chegada pelo Botsuana. Também é acessível através de uma pista de pouso dentro da reserva onde aviões pequenos  fazem o trajeto partindo do aeroporto de Johannesburg. Porém nós alugamos um carro e fomos dirigindo, rodovias muito bem pavimentadas e com boa sinalização fizeram o percurso ser bem agradável.

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Madikwe Game Reserve é uma das poucas reservas de vida selvagem na África que é livre de malária, esse foi um fator que pesou na hora da escolha. Claro, isso e as muitas espécies selvagens que vivem no local. A reserva contempla os Big 5 e outros animais raros que são difíceis de serem encontrados, como a hiena marrom, chitas, o Aardwolf e também os cães selvagens.

 

Madikwe Game Reserve é uma reserva privada, ou seja, o público em geral não tem permissão para entrada, somente os hóspedes que tem reserva em um dos lodges tem acesso a reserva, isso impede a superlotação nos avistamentos de vida selvagem que tantas vezes ocorrem nos Parques Nacionais.

Ficamos hospedados 3 noites, isso significa que teríamos 6 games, como são chamadas cada saída para safári, porém tivemos um game extra para ver os guepardos, que estavam muito longe do lodge, na divisa com o Botsuana, rodamos quase duas horas para encontrá-los. A reserva é muito grande e nenhum game é igual ao outro, cada dia íamos para um lugar diferente e cada lugar tem um visual diferente. A reserva tem uma paisagem muito bonita, um vale rodeado de montanhas, a paisagem por si só já é algo encantador.

 

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Já no primeiro game vimos muitos antílopes, zebras, girafas, gnus, elefantes, rinocerontes e leões. Foi um primeiro dia incrível. Antílopes e zebras tinham muitos e em todos os lugares, tinham tantos que acabamos nem tirando tantas fotos. Sabe quando você vê o tempo todo e não da muita importância, é assim com os pobres bichos, hehehe.

 

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Como tenho muitas fotos, vou separar elas por animais, acho que vai ser mais fácil de mostrar. As girafas nos recepcionam na chegada da reserva, tinham umas quatro do lado da estrada e quando nos aproximamos elas entraram na frente do carro e caminharam pela estrada bem tranquilas, foi incrível e um belo comitê de boas vindas. Depois quando estávamos voltando do safári, já estava anoitecendo, nos deparamos com umas 5, no céu um vermelho e laranja do pôr do sol tornou o momento um verdadeiro espetáculo. Era o pôr do sol, o silêncio e as girafas, me arrepio quando lembro do momento.

 

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Com os elefantes não podia ser diferente, assim que chegamos no quarto tinha um elefante na frente da nossa varanda, foi pura adrenalina, a reserva já mostrava como seriam os próximos dias. No primeiro game nos deparamos com uma manada que estava passando, que animais mais incríveis, tinham adultos, jovens e filhotes, presenciamos até uma disputa de dois adultos que durante o embate chegaram muito perto do jipe, deu um frio na barriga. Depois quando estávamos indo no local onde viram os guepardos encontramos uma manada em um lago, todos bebendo, o lugar era lindo e os elefantes agregavam ainda mais beleza.

 

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Eu estava na expectativa para ver um rinoceronte, sei o quanto são difíceis de ver e mais uma vez fomos presenteados. No primeiro game depois de ver antílopes, zebras, elefantes e leões eis que chegamos em uma fonte de água e lá tinham nada mais, nada menos que 5 rinocerontes. Quando chegamos tinham dois bebendo água, mas logo em seguida foram chegando os demais e no final tinham cinco animais lindos com o pôr do sol no fundo. Foi algo que não é possível ver em nenhum outro lugar do mundo, algo que só a Africa pode proporcionar. Mas não foi só isso, a noite voltando para o lodge ainda encontramos uma mamãe e um filhote e vimos rinocerontes várias outras vezes inclusive com filhotes.

 

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E o que dizer de quando encontramos uma matilha de cães selvagens? Eu tenho uma grande admiração pelos cães selvagens, sua forma de vida, sua força, sua lealdade, seu cuidado com todos os membros da família são características que fazem desse animal um dos meus favoritos, e a reserva de Madikwe é um lugar muito famoso por ter um grande número desse animal, porém este é um animal nômade e muito difícil de ser visto, o que torna seu avistamento ainda mais especial. Infelizmente esses animais estão na lista de extinção, eles estão sumindo gradativamente.

 

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E o rei da selva? O rei nos presenteou com sua presença já no primeiro game, um macho, duas fêmeas e filhotes dormindo. No segundo game vimos dois machos e uma fêmea, todos acordados, no terceiro game seguimos um macho enquanto ele demarcava seu território, no quarto game acompanhamos um momento intimo entre um macho e uma fêmea, teve uma família brincando, ou seja, quase enjoamos de ver leões. hehehe

 

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Tão difícil quanto ver os cães selvagens esse animal esta na lista dos quase impossíveis de ver em um safári. Os guepardos são furtivos, difíceis de encontrar, o que torna seu avistamento um momento memorável. Estávamos tomando nosso cafe da manhã, tínhamos recém chegado do game quando nosso ranger veio nos avisar que tinham avistados dois guepardos e iriamos até la vê-los. Foi um caminho longo, os guepardos estavam na divisa com o Botsuana, mas valeu a pena cada quilometro rodado. Tínhamos tido a experiência de conhecer esse animal no Ukutula e fizemos interação com eles, mas ver assim na forma selvagem é muito diferente. Foi muito bom ter essa oportunidade e sou muito grata por viver isso. Eram dois machos que não se importaram com nossa presença, estava calor e eles estavam na sombra, depois começaram andar e seguimos eles por um tempo, foi lindo de ver.

 

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E por último mas não menos importante o pôr do sol. Cada dia foi muito especial para nós, foram experiências nunca antes vividas e duvido que possam ser vividas em outro lugar do mundo, estar na África e ver os animais ali tão perto vivendo em liberdade, selvagens, foi a concretização de um sonho. A Africa é um lugar muito especial, cada dia foi lindo e o pôr do sol era o encerramento perfeito para esses dias. Nós parávamos o jipe e apreciávamos o espetáculo da mãe natureza, sempre com senários de tirar o fôlego. Vou sentir muita saudade e espero ter a oportunidade de voltar.

 

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Os únicos animais que não conseguimos ver foi o leopardo e as hienas, o território é muito grande e é difícil de encontrá-los. Mas nossos amigos que ficaram mais dias la tiveram a oportunidade de ver esses animais.

Nossa como ficou grande! Espero que tenham gostado e no próximo post vou falar sobre o hotel e como é dormir na savana.

Beijos e até o próximo ♥

Africa do Sul: Interação com felinos.

Oi

Confesso que não sei nem por onde começar. Esse post é para falar de um lugar incrível onde realizei sonhos. Um lugar que se esforça diariamente para pesquisar e proteger animais que são tão vulneráveis na natureza. Um lugar com pessoas que amam o que fazem e fazem por amor. Convido-lhes a conhecer esse lugar e se apaixonar assim como eu.

Enquanto pesquisava sobre atividades e passeios na África do Sul descobri que existem alguns parques onde é possível interagir com leões, isso chamou minha atenção, mas a preocupação com a maneira que esses animais são tratados para a interação me despertou um alerta, por isso decidi entrar em contato com o departamento de Turismo da África do Sul para me certificar de que esses lugares se preocupam com os animais em primeiro lugar. E foi assim que conheci o Ukutula Lodge & Conservation Center (UCC), recomendado pelo Departamento de Turismo da África do Sul.

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Ukutula Lodge & Conservation Center (Foto: reprodução do site Ukutula)

O Ukutula é uma instituição de pesquisa e conservação de classe mundial, que fica a 130km do aeroporto de Johannesburg, na cidade de Brits, especializada em pesquisa genética de mamíferos e conservação de predadores, dedica-se à conservação da vida selvagem e à preservação da diversidade biológica e genética. Todos os procedimentos feitos com os animais na UCC são conduzidos com total apoio e assistência veterinária, tratando todos os animais com respeito, dignidade e compaixão. Garantir a conservação de longo prazo é a contribuição da pesquisa científica realizada pelo UCC. Para conhecer mais sobre o centro acesse o link Ukutula.

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Pesquisa realizada pelo UCC (Imagem: reprodução do site Ukutula)

 

Nem precisa falar que assim que li sobre o local já fiquei impressionada e com muita vontade de conhecer. Pois bem, para tornar a experiência ainda mais incrível é possível se hospedar no Ukutula e ficar ainda mais conectado a vida selvagem, já que no local funciona um lodge com toda a infraestrutura. Um lugar lindo, com conforto e segurança.

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Os lodges

Um dos maiores atrativos do local são os leões, existem dezenas deles de todas as idades, mas não é só isso, no centro tem hienas, tigres, guepardos, lince, uma variedade de antílopes, zebras e girafas.

A aventura começa ao passar o portal de entrada, do portal até os lodges tem uma distância de mais ou menos 3km que são feitos já na savana africana, no caminho é possível avistar antílopes, girafas, zebras, macacos, avestruz dentre outros animais. Inclusive no dia em que fomos embora tinha uma placa dizendo para não sair do veículo pois os leões estavam soltos caçando (não sei se realmente tinham leões soltos, nós não vimos nenhum).

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Portal de entrada do Ukutula

O Ukutula tem diversas atividades, que podem ser feitas independentemente de estar ou não hospedado no local (para os que não estão hospedados é necessário agendar a visita). Para os hospedes a principal atividade a interação com os filhotes e adolescentes, já esta inclusa no valor da diária. Dentre as atividades estão:

Lion Interaction: Essa atividade é uma das melhores na minha opinião, consiste em um passeio pelo centro onde um guia explica o comportamento de cada animal, durante o passeio passamos pelos recintos dos leões adultos, leões brancos, hienas, tigres, guepardos, lince e outros felinos. Conhecemos também o centro de preservação e um pouco do trabalho que fazem no local. Interagimos com guepardos (sim entramos no recinto e fazemos carinho neles) e no final brincamos com os filhotes de leão (melhor parte do passeio). Esse passeio tem uma duração de 2:30hs com intervalo para um lanche, custa R650 por adulto e R300 crianças, passeio acontece as 10 e as 14hs de cada dia. Há esse passeio já esta incluso na diária é pode ser feito nos dois períodos do dia.

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Interagindo com um filhote de leão

Walk With Lions: Esse passeio é uma caminhada com leões jovens na savana africana, isso mesmo, os turistas podem andar com os jovens leões enquanto o guia alimenta os animais. Nesse passeio os turistas vão andar a uma distância pequena dos leões, e não podem tocar neles. O passeio custa R850,00 por pessoa e tem uma duração media de 1h, é feito de segunda a sexta as 8hs e as 16hs, nele é proibido crianças menores de 12 anos ou menores de 1,5mts, isso porque os animais vivem em cativeiro, mas são selvagens e podem atacar.

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Caminhada com Leões (Foto: reprodução da internet)

 

Day Package (Walk With Lions + Lion Interaction: é o mais comum para quem vai passar o dia no local, é uma junção dos dois passeios, primeiro conhece o local, interage com os filhotes e ao final passeia com os leões.  Custo R1150 por pessoas, não é permitido crianças menores de 12 anos ou menores de 1,5mts.

Guided Game Drives: Além desses passeios é possível fazer um safári para avistar os antílopes, girafas, zebras e outros animais que vivem no local. O custo varia, tem o Game Drive (safari truck) que tem uma duração média de uma hora custa R220.00 por adulto e crianças menores de 10  anos custa R110.00. E tem ainda o Night Drive que custa R275.00 por adulto e R137.50 por criança menor de 10 anos.

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Animais na reserva (Foto: reprodução do site Ukutula)

Bom o que dizer dos passeios, fizemos duas vezes o Lion Interaction, e saímos apaixonados, em nenhuma das vezes foi igual, de manhã os animais estavam quase todos dormindo, leões dormem muito, já a tarde estavam mais despertos o que tornou a interação mais interessante. Os outros passeios não fizemos, a caminhada não nos sentimos seguros, durante o passeio passamos pelo recinto dos leões e só de vê-los ja foi suficiente para nós. Já o safári não fizemos porque estávamos indo para a reserva de Madikwe e íamos enjoar de tantos safáris que faríamos, e o centro não tem muitos animais, achamos que não valia a pena.

Sobre as interações…

A interação acontece durante o passeio, primeiro foi com os Guepardos, onde é possível ficar dentro do recinto deles, fazer carinho e se ele ou ela for com sua cara ele vai lamber sua mão até você enjoar, hehehe. Os funcionários estão o tempo todo junto, tornando a experiência segura. Crianças pequenas não podem entrar no recinto.

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Depois interagimos com os leões adolescentes, filhotes de 6 meses que adoram brincar, experimente pegar uma bola e jogar, ou arrastar um pedaço de madeira, esta feita a festa. Se estiverem acordados são bem ativos, precisa ficar atendo a eles, não dar as costas e não deixar se aproximarem muito, mas são uma graça. Há, crianças pequenas também não podem entrar no recinto.

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E depois a parte mais fofa da experiência, interagir com bebês leões. É muito incrível poder brincar, tocar nesses animais tão imponentes. Essa atividade pode ser feita por todos inclusive as crianças pequenas, no recinto ficamos em torno de 30min que passam voando, os filhotes de leões são muito fofos, não da vontade de ir embora. No dia em que fomos tinham somente filhotes de leões, mas se der sorte pode ter filhotes de tigres, guepardos e outros felinos.

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Outra experiência incrível de passar a noite lá foi ouvir os leões rugirem, a noite eles rugem muito e muito alto, é de arrepiar.

Agora uma informação alarmante retirada do site Ukutula. Globalmente, todos os grandes números de mamíferos diminuíram a uma taxa chocante nos últimos 200 anos (90 – 98%) – principalmente devido a ações humanas destrutivas diretas e indiretas! De fato, as populações de leões em grande parte da África estão indo em direção à extinção mais rapidamente do que se pensava, diminuindo de 1,2 milhão (1800) para menos de 25 000 (2016). Como um ágil predador africano, este drástico declínio no número de leões, destaca uma crise global de conservação muito mais ampla…

Algumas fotos do local e dos animais que ali vivem.

 

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Espero que tenham gostado, caso queiram mais informações acessem os destaques do meu instagran onde compartilhei a experiência vivida no local, @deiabonetti .

Beijos e até o próximo ♥

Viagem para África do Sul: Dicas

É até difícil acreditar que finalmente pude conhecer um pedacinho de um lugar que é tão especial pra mim. Sou apaixonada pela beleza e grandeza da África e sempre foi um sonho conhecer esse continente que é o berço da humanidade. Pisar em solo Africano é muito mais que a realização de um sonho é uma conquista que marcou a minha vida.

Nesse post vou dar umas dicas essenciais para viajantes que vão pela primeira vez para esse lugar incrível, dicas que não li em nenhum lugar e que nos fizeram passar perrengue.

 

 

SABI-SABI

Nosso objetivo na viagem era fazer safári, conhecer as belezas de um lugar único, ter a experiência de ver animais incríveis em seu habitat natural, aproveitar ao máximo o que ainda resta de vida selvagem, por isso escolhemos a Africa do Sul que traz um misto de vida selvagem e modernidade.

 

Antes de escolher a data pesquisamos qual o melhor período para fazer safári, ficamos sabendo que os meses de inverno são os melhores pois não chove muito e a vegetação esta baixa melhorando a visibilidade da vida selvagem.  O clima da Africa do Sul é o mesmo do Brasil, em maio, que foi o mês da viagem, estará no final do outono entrando no inverno, com temperaturas amenas durante o dia e frio a noite, e realmente é frio, assim que o sol se põe as temperaturas despencam cerca de 10 graus e vão baixando gradativamente. A noite faz muito frio. A vegetação ainda esta alta mas não esta densa como no verão.

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Vamos para as dicas…

Umas das dicas que quero passar é em relação ao frio, os games, como são chamadas as saídas para observação de animais, são feitos no início e no final do dia, isso porque a atividade nesse período é grande, ao longo do dia com as temperaturas altas os animais ficam mais “escondidos” dificultando a visibilidade. Como os games são feitos em períodos em que não tem sol o frio é muito intenso. Nos games matutinos saíamos do lodge as 6hs  e voltávamos perto das 10hs e nos games vespertinos saíamos as 15:30hs e voltávamos as 19hs. Enquanto tem sol é tranquilo e bem agradável, mas assim que o sol se põe fica realmente frio. No game matutino tínhamos a disposição cobertores individuais e recebíamos uma bolsa de água quente, a temperatura estava em torno de 6°C, lembrando que fomos no outono, se for no inverno certamente será bem abaixo disso, nos games vespertinos também tínhamos os cobertores para nos proteger dos 10°C que faziam quando anoitecia. É essencial usar camadas de roupas, um casaco bem grosso ajuda nessa hora, além de luvas e toucas.

 

A outra dica é uma consequência do frio, o ressecamento da pele. Além da exposição há variação brusca de temperatura o clima é muito seco o que destrói a pele. Por isso levar muuuuito hidratante é essencial, nesse ponto fui muito inocente em pensar que não precisaríamos de muito e levei pouco pois tenho a pele oleosa, o pouco que tinha acabou logo e sofremos um bocado. Além do frio o corpo fica exposto a muita poeira, pois os jipes que fazem os games são abertos e toda a poeira vem na gente. A mistura poeira, clima seco e baixas temperaturas deixam a pele um caos, por isso precisamos de muito hidratante para não danificar a pele.

Outra dica é sobre o clima seco e a poeira, eles irritam muito os olhos e as vias respiratórias, por isso além do hidratante é preciso levar colírio para lubrificar os olhos e se possível nebulizadores para as vias respiratórias. Outro equívoco meu foi levar pouco colírio, uso lentes de contato e já no segundo dia não foi possível ficar com elas, meus olhos ficaram muuuito irritados e não pude mais usar, o colírio que levei terminou cedo e fiquei com olhos vermelhos até o fim da viagem. Claro que quando chegamos em Johannesbug comprei mais colírio mas o tempo que fiquei no parque fazendo safári foi bem incomodo.

Com a quantidade de poeira que vem na gente minha próxima dica é em relação a roupas, escolha jaquetas que não retém poeira, tecidos plastificados que possam ser batidos e estão limpos (aqueles impermeáveis), nada de algodão ou lã como última camada, a menos que leve uma peça para cada dia, realmente suja muito, lenços para o rosto e cabelo também ajudam a proteger da poeira. Nos pés uma boa bota ajuda a proteger do frio e evitar a poeira.

A outra dica é sobre precisar comprar coisas, leve tudo que possa precisar pois não tem lugar  próximo para comprar. As reservas são muito afastadas e  se precisar de alguma coisa vai passar perrengue. Nesse sentido não tivemos problemas, antes da viagem passamos em uma farmácia e compramos tudo que era possível, até coisas para problemas que nunca tivemos, porque vai que né.

A região que escolhemos para fazer safári é uma região livre de malária, mas se for viajar para a região do Kruger por exemplo precisa levar muito repelente. Outra questão importante é que no período de inverno não tem mosquitos o que diminui os riscos. Tenho que dizer que levamos repelente e em nenhum dia usamos porque não tinha mosquitos. Além do repelente precisa levar protetor solar pois a maioria dos jipes não tem proteção, são abertos e o sol de lá castiga.

A Africa do Sul teve sua colonização inglesa, por isso dirigir la pode ser um desafio pois é mão inglesa. Sugiro que em caso de aluguel de carros o faça com cambio manual. Tenho que confessar que estava ansiosa com essa questão, mas foi super tranquilo, não tivemos dificuldades, as estradas que rodamos são muito boas, superiores as que rodamos aqui no Brasil, muito bem sinalizadas e o asfalto não tem remendos ou buracos, é um tapete. Uma diferença é o volume de pedágios, tem muitos, que variam de 20 ZAR a 75 ZAR.

Falando em Zar, ele é a moeda local, que vale em torno de R$3,28, mas não se engane com essa valorização do real, os preços de lá são altos, qualquer coisa custa em torno de 100 ZAR, quando falo qualquer coisa são as coisas simples e básicas, por exemplo, um adaptador custava 300,00 Zar, quase R$100,00, se for fazer passeios o custo é alto. Antes de ir li o relato de uma brasileira que descreveu os valores altos e até absurdos das coisas e em contra partida vi várias pessoas falando que as coisas eram baratas, mas o que constatamos foi que qualquer coisa que queríamos comer ou fazer dava uns R$100 cada. Claro isso varia, talvez as regiões que nós fomos sejam mais caras, mas fica o alerta, não se engane achando que é tudo muito barato.

Levamos carregador universal que era para ser útil la mas a grande maioria dos lugares não foi, as tomadas são de três pinos grossos, sugiro comprar em algum supermercado, vai ser mais barato.

Com relação ao câmbio, fizemos no aeroporto mesmo, nas esteiras para pegar as bagagens já tem agências, não sabíamos se do lado de fora teria então trocamos ali mesmo, mas na saída tem e os valores são melhores, uma diferença de centavos mas que compensa.

Na África do Sul assim como em outros países é possível receber de volta 15% do valor pago em compras de produtos que vão ser levados do país, e a chamada VAT (Value Added Tax), ao fazer uma compra de algum produto, roupas por exemplo, esse produto tem o acréscimo de imposto e ao deixar o pais é possível receber de volta o valor desse imposto, para isso basta pegar a nota fiscal de compra e no aeroporto solicitar a devolução. A devolução é válida somente para bens e produtos de uso pessoal, ou seja, passeios, hotéis, alimentação não entram na devolução. No aeroporto antes de entrar na área de embarque é preciso carimbar as notas e depois na aérea de embarque solicitar a devolução. Porem é preciso carimbar as notas antes de despachar as malas porque em alguns casos eles pedem para mostrar os produtos. Para saber mais sobre as regras da VAT acesse o link a seguir VAT. Há, não adianta ir direto a área de devolução sem antes carimbar as notas, eles não aceitam notas não carimbadas.

Acho que já falei demais nesse post e vou deixar roteiros e dicas especificas de cada lugar para outros posts.

Espero que tenham gostado e fiquem ligados no próximo post pois vou falar mais detalhado sobre aluguel de carro, hospedagem, alimentação e passeios.

Beijos♥